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TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA ECONOMIZAR COM ENERGIA SOLAR

Entenda como funciona o sistema fotovoltaico, o processo de instalação e o que muda na sua casa, condomínio ou propriedade rural.

Um sistema fotovoltaico capta a luz do sol e a transforma em eletricidade.

Quando a luz solar bate nas células fotovoltaicas, os fótons (partículas de luz) liberam elétrons no material de silício, criando uma corrente elétrica.

Essa corrente é enviada por cabos especiais até o inversor solar, que fica conectado ao quadro de luz da residência ou estabelecimento.

O inversor transforma a energia de corrente contínua (DC) em corrente alternada (AC), que é a forma de energia que usamos para alimentar os aparelhos e distribuir por todo o imóvel.

E quando não há sol? Os sistemas continuam funcionando em dias nublados e chuvosos, embora gerem menos energia. À noite, a energia necessária é fornecida pela concessionária.

O principal objetivo do sistema solar é reduzir o consumo de energia da rede, o que traz uma economia significativa na sua conta de energia todos os meses.

Os principais componentes de um sistema fotovoltaico são os módulos fotovoltaicos, o inversor solar, a estrutura de montagem, o sistema de monitoramento, a caixa de junção (string box), cabos e o medidor bidirecional (fornecido pela concessionária).

Alguns projetos podem contar como uma bateria para armazenar energia para uso posterior, especialmente útil em sistemas off-grid (fora da rede) ou para backup durante quedas de energia.

Geralmente são instalados em telhados ou no solo. Antes de instalar é importante verificar se a estrutura do telhado é resistente ou se o solo é adequado, especialmente em áreas rurais, para garantir que tudo fique bem firme e seguro.

Para aproveitar ao máximo a energia solar, especialmente no hemisfério sul, os painéis devem preferencialmente estar voltados para o norte geográfico e colocados em um local onde não fiquem sombreados durante o dia, aproveitando o máximo de sua capacidade de produção de energia!

Módulos fotovoltaicos, inversor, estrutura de fixação, string box, cabeamento, monitoramento e medidor

Redução de custos: Diminui expressivamente a despesa mensal com energia elétrica.

Sustentabilidade: É uma fonte de energia limpa e renovável.

Independência energética: Reduz a dependência da rede elétrica da concessionária;

Valorização do imóvel: A instalação de sistemas solares valoriza a propriedade.

O projeto de energia solar fotovoltaica deve ser elaborado e assinados por profissionais habilitados no CREA/CONFEA, engenheiros eletricistas ou técnicos industriais, que assumem a responsabilidade técnica pelas instalações.

Recentemente, em 2024, a categoria técnica migrou para uma nova entidade de classe, o recém-criado CFT (Conselho Federal dos Técnicos Industriais). De acordo com os artigos 1º, 3º e 5º da resolução nº 74 do CFT, os técnicos industriais podem projetar, executar e inspecionar quaisquer sistemas fotovoltaicos com até 800 kVA de potência.

Para montar um projeto fotovoltaico de forma segura e eficiente, o ideal é contratar uma empresa especializada e competente, que cuidará de todas as etapas. 

Em síntese, o processo ocorre da seguinte forma:

  1. a) Dimensionamento do sistema

A primeira etapa é calcular o consumo de energia atual e projetado, além de determinar a potência necessária do sistema para atender essa demanda. Isso leva em conta a incidência de radiação solar na sua região, para garantir que o sistema seja adequado.

  1. b) Inspeção técnica no local

Depois, um especialista visita o local para verificar as condições para a instalação. Ele tira fotos, identifica possíveis sombras que possam afetar os painéis, avalia a resistência do telhado ou do solo, e coleta outros dados importantes. Essas informações são inseridas em softwares específicos para determinar os equipamentos necessários.

  1. c) Elaboração do projeto

Com os dados do dimensionamento e da inspeção, o responsável técnico (RT) cria o projeto, que deve incluir documentos essenciais como:

– ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou TRT (Termo de Responsabilidade Técnica);

– Diagrama unifilar e memorial descritivo;

– Certificado de conformidade ou registro do inversor no Inmetro;

– Formulário de solicitação de conexão.

Para projetos maiores, podem ser exigidos também:

– Memorial de cálculo;

– Diagrama multifilar;

– Documentos que comprovem o compromisso entre os envolvidos;

– Lista de unidades consumidoras participantes do sistema de compensação;

– Cronograma de implantação e expansão.

  1. d) Envio do projeto à concessionária

Com tudo pronto, o projeto deve ser enviado eletronicamente à concessionária, geralmente por uma plataforma própria ou e-mail dedicado. Essa etapa fica a cargo da empresa ou profissional responsável pelo projeto.

  1. e) Instalação dos equipamentos

Depois da aprovação, a equipe realiza a instalação dos painéis, inversores e demais componentes, seguindo o projeto e as normas técnicas, garantindo segurança e eficiência.

  1. f) Inspeção final e conexão à rede

Por fim, a concessionária faz uma inspeção na instalação. Se tudo estiver em ordem, ela troca o medidor convencional pelo medidor bidirecional, que registra a energia produzida e consumida/injetada na rede. A partir desse momento, seu sistema fotovoltaico já está pronto para gerar energia e economia na sua conta!

O processo de instalação ocorre seguindo as seguintes etapas:

Etapa 1: Receber materiais, módulos fotovoltaicos, inversor(es), cabos e estrutura de fixação.

Etapa 2: Instalar a estrutura de fixação no telhado e fixar os módulos fotovoltaicos.

Etapa 3: Instalar inversor(es), quadro de proteção CA e CC.

Etapa 4: Instalar infraestrutura para conectar o(s) inversor(es) aos módulos e ao ponto de injeção na rede do cliente.

Etapa 5: Realizar comissionamento das instalações.

Obs.: A instalação deverá ser realizada de acordo com o projeto elétrico, respeitando as normas técnicas vigentes.

Conteúdo da sanfona

  1. a) Fase inicial: Solicitação de acesso

É enviado à concessionária o projeto executivo do sistema fotovoltaico, acompanhado de toda documentação técnica necessária. 

A concessionária realiza uma análise completa, verificando: conformidade com normas técnicas vigentes, capacidade da rede local e adequação da unidade consumidora.

  1. b) Análise e parecer técnico

Para sistemas que não exigem adequações na rede:

Microgeração (≤75 kW): parecer em até 15 dias úteis

Minigeração (>75 kW a 5 MW): parecer em até 30 dias úteis

O parecer de acesso estabelece: condições técnicas para conexão, requisitos operacionais e prazos para implementação.

  1. c) Instalação do Sistema

Após aprovação, é feita a aquisição dos equipamentos e instalação do sistema fotovoltaico, que deve ocorrer no prazo máximo de 120 dias na microgeração.

  1. d) Fase de Vistoria e Homologação

Primeira vistoria pela concessionária: Prazo: até 7 dias úteis após solicitação

Relatório técnico: emitido em até 5 dias úteis

Em caso de pendências: Realizamos os ajustes necessários e solicitamos nova vistoria

Sistema aprovado: Concessionária tem até 7 dias úteis para aprovação final, troca do medidor e ativação do sistema de compensação de energia.

Considerações Importantes

Todos os prazos são estabelecidos pela Resolução ANEEL nº 1.000/2021. O não cumprimento dos prazos por parte da concessionária pode ser reportado à ANEEL.

A documentação completa e o projeto bem elaborado são essenciais para agilizar o processo. Este fluxo assegura que todo o processo de conexão à rede ocorra dentro dos parâmetros legais e técnicos estabelecidos, garantindo a segurança do sistema elétrico e os direitos do consumidor

O Parecer de Acesso é um documento formal obrigatório, emitido pela distribuidora de energia (acessada), sem custos para o solicitante, que estabelece as condições técnicas e operacionais para a conexão de sistemas de geração distribuída à rede elétrica. 

Esse documento define: As condições de conexão e uso da rede; os requisitos técnicos necessários; os prazos para implementação.

  1. a) Prazos para Emissão do Parecer de Acesso.

Conforme a regulamentação vigente, os prazos para emissão do parecer variam conforme a potência do sistema e a necessidade de obras no sistema de distribuição:

Tipo de Sistema

Situação

Prazo Máximo

Microgeração (≤ 75 kW)

Sem necessidade de reforços na rede

15 dias úteis

Minigeração (> 75 kW a 5 MW)

Sem necessidade de reforços na rede

30 dias úteis

Microgeração (≤ 75 kW)

Com necessidade de obras na rede

30 dias úteis

Minigeração (> 75 kW a 5 MW)

Com necessidade de obras na rede

60 dias úteis

O custo de um sistema fotovoltaico de pende de uma série de fatores, dentre eles gastos com a compra de equipamentos, mão de obra para a elaboração do projeto, cálculo de estrutura, instalações, dentre outros. 

Além disso, o cálculo vai depender de questões como o consumo mensal, tamanho do sistema, qualidade dos produtos e dos serviços de instalação, tamanho do imóvel e modelo de ligação.

Para isso, conte com uma consultoria especializada para o adequado dimensionamento do seu sistema.

Redução de até 95% na conta de luz, sustentabilidade, valorização do imóvel e independência energética.

O dimensionamento e a quantidade de módulos a serem utilizados dependem de certos fatores, como a média do consumo mensal, a área disponível para instalação, a potência unitária dos módulos, a potência total do sistema, devendo ser considerados também outros fatores, como eventual expansão do consumo, degradação dos equipamentos durante os anos, etc.

É possível reduzir significativamente o valor do consumo de energia na sua fatura utilizando um sistema fotovoltaico conectado à rede (on-grid). 

Contudo, alguns custos e taxas obrigatórias continuam a ser cobradas, dentre elas a denominada “Taxa de Disponibilidade da Rede”, que se refere a um valor mínimo relativo ao consumo de KWh cobrado pela distribuidora pelo uso da rede de concessão: Monofásica de 30 kWh, Bifásica de 50 kWh e Trifásica de 100 kWh. 

Além disso, incide o Custo de Iluminação Pública (CIP) e, a depender da cidade, podem incidir outras cobranças municipais, encargos e tributos.

Desse modo, todo o consumo que superar o mínimo relativo à Taxa de Disponibilidade de Rede poderá ser compensado pela geração de energia fotovoltaica. Para se eliminar totalmente a conta de luz, é necessário um sistema off-grid (com baterias e desconexão da rede), mas esse modelo é mais caro e menos viável para a maioria dos consumidores.

Sim. Conforme dispõe o Marco Legal da Geração Distribuída (Lei 14.300/2022), é possível compartilhar os excedentes de energia produzidos pelo seu sistema fotovoltaico. No entanto, as regras dependem do sistema de compensação de créditos e do tipo de unidade consumidora, conforme se segue, em síntese:

  1. Autoconsumo Remoto (Mesmo CPF/CNPJ)

Você pode utilizar créditos excedentes em outras unidades consumidoras do mesmo titular (desde que na mesma área de concessão). Exemplo: Se seu sistema em casa gera excedentes, eles podem abater a conta do seu apartamento ou comércio.

  1. Geração Compartilhada (Consórcios, Cooperativas ou Associações)

Vários consumidores podem se unir em consórcio, cooperativas ou associações para dividir a energia de um único sistema fotovoltaico, dentro da mesma área de concessão da distribuidora.

  1. Condomínios (EMUC – Empreendimento de Múltiplas Unidades Consumidoras)

Sistemas instalados em condomínios podem distribuir créditos entre os apartamentos/casas, desde que atendam às regras previstas na regulamentação da ANEEL.

Validade dos créditos: Os excedentes viram créditos com validade de 60 meses.

É vedada a venda de excedentes. A transferência para terceiros (pessoa física/jurídica diferente) somente é possível em geração compartilhada.

O sistema fotovoltaico não melhora o fornecimento de energia quando o problema é uma queda na rede elétrica. 

Em regra, são instalados sistemas on-grid (que ficam conectados à rede distribuidora), quando há uma falta de energia por parte da concessionária, o sistema de proteção do inversor automaticamente interrompe a geração de energia fotovoltaica até que o fornecimento seja restabelecido. 

Isso acontece porque o sistema on-grid funciona sincronizado com a rede da concessionária e há normas de segurança que impedem que ele opere quando a rede não está fornecendo energia.

Sim, é possível instalar um sistema fotovoltaico off-grid, ou seja, desconectado da rede elétrica. Esses sistemas operam de forma independente, usando baterias para armazenar a energia produzida pelos painéis solares.

No entanto, há considerável investimento para sua instalação, razão pela qual ainda são poucos os casos em que se recomenda sua utilização. Essa situação deve mudar nos próximos anos, com o avanço de novas tecnologias de armazenamento de energia.

Se o projeto atender todos os requisitos técnicos e normativos, a distribuidora não pode recusar o acesso arbitrariamente. Sistemas de até 75 kW (microgeração) têm prioridade na conexão, salvo em redes saturadas (mas a concessionária deve propor alternativas).

Assim, embora a reprovação seja possível, ela ocorre em regra por motivos técnicos ou documentais. A maioria das recusas pode ser resolvida com ajustes no projeto ou negociação com a concessionária. 

Abaixo estão os motivos mais comuns para uma possível reprovação e o que você pode fazer nesses casos:

  1. a) Projeto elétrico incompleto ou não conforme: Falta de documentos obrigatórios (como diagrama unifilar, memorial de cálculo, ART do responsável técnico). Não atendimento às normas técnicas (ABNT NBR 16149, NBR 16274, Resolução ANEEL 1.000/2021).
  2. b) Sobrecarga na rede local: Se a rede elétrica da região não suportar mais injeção de energia (ex.: muitas usinas solares já conectadas). Nesses casos, a concessionária pode exigir obras de reforço (que podem ter custo compartilhado).

Em um sistema fotovoltaico conectado à rede, o medidor bidirecional é um equipamento essencial. Sua função é medir tanto a energia consumida da rede elétrica quanto a energia injetada pelo sistema solar na rede da concessionária. Dessa forma, ele permite o cálculo correto dos créditos de compensação de energia, conforme as regras da distribuidora local.

  1. a) Medição do consumo de energia (Gasto)

Quando não há geração solar suficiente (à noite ou em dias nublados), a residência/empresa consome energia da rede elétrica. O medidor registra esse consumo em kWh (quilowatt-hora). Medição da injeção de energia (Créditos)

  1. b) Quando o sistema solar produz mais energia do que o imóvel consome, o excedente é enviado para a rede da concessionária.

O medidor registra essa energia injetada, gerando créditos que podem ser utilizados em até 60 meses (segundo a Resolução Normativa 1.000/2021 da ANEEL).

  1. c) Sistema de Compensação de Energia.

O saldo entre energia consumida e energia injetada é calculado pela concessionária. Se o consumidor injetar mais do que consumiu, os créditos são abatidos em faturas futuras.

A concessionária de energia é responsável pela instalação após a homologação do sistema solar.

Não é possível ter energia solar sem medidor bidirecional, pois a medição convencional não registra a energia injetada na rede.

Caso o medidor bidirecional parar de funcionar, a concessionária deve ser acionada para substituí-lo. A medição incorreta afeta os créditos de energia.

  1. a) Verificação pelo inversor

O inversor exibe o status de operação do sistema. Em seu display, é possível acompanhar os dados de geração e o estado atual. As luzes de LED indicam se o equipamento está funcionando normalmente ou se há alguma falha.

  1. b) Verificação pelo aplicativo de monitoramento

Se o aplicativo mostrar que o inversor está operando corretamente e exibir os dados de geração em tempo real, o sistema está funcionando como esperado.

  1. c) Caso o sistema não esteja operando:

Se o inversor estiver ligado, mas sem conexão: Pode ser uma falha na comunicação com a internet. Alterações no nome ou senha da rede Wi-Fi exigem a reconfiguração do monitoramento.

Se o inversor estiver desligado: Verifique se os disjuntores estão ligados e se há energia na unidade consumidora; se os disjuntores estiverem desativados, religue-os; caso o problema seja falta de energia da concessionária, aguarde o restabelecimento.

Importante: Nunca realize intervenções sem orientação. Em caso de dúvidas, entre em contato com nosso suporte técnico.

A limpeza dos módulos fotovoltaicos é essencial para manter a eficiência e a vida útil do sistema. Para sistemas grandes ou de difícil acesso, considere utilizar serviços especializados com equipamentos seguros.

Por que a limpeza é importante? Sujeira e poeira podem reduzir a eficiência em 5% a 25%, dependendo do acúmulo. Resíduos como fezes de pássaros podem causar pontos quentes (hotspots), danificando as células.

Segue um passo a passo detalhado de como realizar a limpeza corretamente. Com essas recomendações, você garante que seus módulos fotovoltaicos operem com máxima eficiência por mais tempo.

  1. Verifique as condições do sistema e do ambiente.

Desligue o sistema para evitar riscos de choque elétrico. Escolha o horário ideal: Limpe os módulos no início da manhã ou no final da tarde, quando estão frios e a geração de energia é menor. Limpar sob sol forte pode causar choque térmico (devido à água evaporando rapidamente) e deixar manchas.

  1. Materiais necessários

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